Primeiras impressões sobre o Google Chrome
Como “minhas” máquinas, tanto em casa quanto no trabalho, tem apenas um mÃsero gigabyte de memória (lembro-me da época em que isso era muito), preciso improvisar direto. O Firefox, por melhor que seja, é pesado demais para manter 24/7 junto com o NetBeans, Jetty/Tomcat, JOGL e etcs.
Decidi, então, experimentar o anoréxico Google Chrome. Aparenta ser leve, mesmo. O startup é rápido e o footprint é obviamente proporcional ao número de abas. Basta abrir o gerenciador de tarefas para notar que tem um processo por aba. Se tiver um IPC bom, isso torna válida a regra “quanto-menos-abas-melhor” que os leigos tanto conhecem e que o Firefox joga no lixo com o histórico de abas.
O que leva a perguntar: já que a aba tem um processo próprio, o que acontece se ele morrer de causas não-naturais? Tasquei um SIGKILL (ou similar, no Windows) e tudo aparentou estar normal. Normal até demais: a aba ainda estava lá! Mas, para minha surpresa, eis o conteúdo dela:
Fora a comédia que é essa tela, fiquei admirado, pois é uma arquitetura bem mais robusta que o “Isto é embaraçoso” do Firefox. Presumo que fica mais difÃcil o navegador inteiro cair.
Mas, para mim, ainda continua sendo mais um produto Beta do Google. Espantosamente, não consegui publicar este post no Chrome - todas as quebras de linha sumiram! Vai servir para economizar um pouco de memória, mas ainda vai demorar muito para substituir o Firefox.
PS: Por quê chamei o Chrome de anorexico? Veja a imagem a seguir…
Nenhum comentárioO Google assusta…
Quem é nerd sabe a importância geek do número 42. “A resposta definitiva” é um fato tão conhecido que até o Google sabe… Experimente procurar por “answer to life, the universe and everything” (um link para os preguiçosos). Detalhe que não estamos falando do resultado da busca.
Muito esperto, o Google “calcula” usando sua calculadora. Seria a calculadora do Google desenvolvida pelos ratos? Ou os programadores do BigBro acham que são os mais inteligentes da terra?
1 comentárioMeu próximo celular: o celular do Google
Acesso a internet, e-mail, IM, suporte a 3G, touchscreen, câmera digital, etc, etc. Parece mais um yet-another-celular (redundantemente falando), mas tem quatro coisas que eu adorei:
- É do Google. Competindo com os chineses pelo domÃnio global, o celular “deles” tem acesso rápido a toda tralha Google: busca, Orkut, GTalk, YouTube, etc. Além do logotipo deles na parte de trás do celular.
- Interativo. A tela touchscreen “vira” quando você abre o teclado. Assim, você tem sua tela “vertical” quando o celular está fechado e “horizontal” quando está com o teclado a mostra. Terrivelmente prático.
- Personalizável. Alterar o fundo de tela é o mÃnimo. Dá para organizar sua área de trabalho no melhor estilo Windows: somente clicando e arrastando (espero que não tenha os mesmos bugs).
- Acesso Wi-Fi. De que adiantaria baixar um monte de vÃdeos do YouTube se, depois, você precisa pagar uma furtuna de acesso a dados? Já fico imaginando-me em um Shopping, esperando o almoço que nunca sai, enquanto vejo as últimas notÃcias nerds ou alguma doideira no YouTube.
Sou muito chato com relação a celulares. Acho todos parecidos demais, com pouca inovação e muito disperdÃcio de recursos. Mas esse, admito, me conquistou. Espero que seja tão bom quanto a propaganda…
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