Jul 31
Dashboards ao resgate!
Agora que o CEO/VP/diretor/etc deseja saber como está a empresa, ele necessitará filtrar, condensar e agrupar todos os dados e informações disponíveis para auxiliar nas tomadas de decisão (ou para satisfazer a sede de dados dos acionistas).
Uma técnica muito comum atualmente é criar um dashboard. Em termos simples, funciona como o painel de instrumentos de um carro: um conjunto agrupado de instrumentos que informam o estado atual da máquina (seja seu automóvel ou sua empresa).
Ao fazer um benchmarking, encontrei um tutorial muito interessante sobre como “planejar” um dashboard. Embora o foco seja para uma ferramenta específica, o processo ilustrado é genérico suficiente:
- Escolher os dados que serão visualizados;
- Escolher o layout;
- “Implementar” a busca dos dados;
- “Implementar” o layout;
- Unir dados e layout;
- Planejar a interatividade;
- Escolher os dados interativos;
- Implementar a interatividade;
- Enjoy the result
Leitura interessante também encontra-se no Dashboard Spy. Embora tenha muitos posts sobre “variedades”, pode-se extrair informações úteis em boa parte do material deles. Encontrei, por exemplo, o tutorial do anychart mencionado acima e o blog do autor do livro Web Analytics.
Em um post, Avinash, o autor do livro - e do blog, fala sobre dashboards poluídos, cuja única serventia é mostrar que o desenvolvedor (normalmente um consultor) é mestre “nono dan” da arte dos gráficos em Excel. Afinal, para que um dashboard se o usuário não pode extrair facilmente algo útil?
No commentsJul 22
Momento viagem da semana
Lendo um fórum jurídico, para me informar sobre um certo problema no meu condomínio, encontrei uma frase que só advogado para entender:
“Quanto à resilição contratual imotivada, aceito a tese da pressão obreira para a solução do pacto.”
Depois de horas de Google, só entendi que ele falava algo sobre demissão sem justa causa… Alguém tem um dicionário jurisdiquês-português?
No commentsJul 21
Importante fonte de saber
Para quem é nerd, eis um link obrigatório em qualquer bookmark:
http://www.mariowiki.com/Main_Page
No commentsJun 30
NetBeans 6.7
Dia 28/06 (anteontem) saiu o NetBeans 6.7. Para mim, não é novidade, pois já o uso desde antes da versão beta. Para quem estava no 6.5, eis algumas novidades que testei:
- A integração com o maven melhorou muito - desde o autocompletar até o novo grafo de dependências;
- O profiler tem um HeapWalker, para pesquisar o heap usando OQL - para quem faz tunning de memória, uma ferramenta indispensável;
- Integração com o hudson. Além de gerenciar o servidor, um ícone na barra de status mostra a situação dos builds - perfeito para quem gerencia CI!
O resto das novidades está no release do NB.
No commentsJun 5
Usando o “less” para navegar em logs
Se você precisa monitorar alguma aplicação linux que gere logs rotativos, o jeito mais prático e flexível é usando o less. Basta chamar “less <nomearq>” e pronto. Por ser uma ferramenta de visualização (e não de edição), a navegação dele é mais prática que a do VIM em alguns aspectos - o principal é que quase tudo é feito com uma tecla só. Por exemplo, algumas teclas de atalho:
- “g” - vai para o início do arquivo;
- “G” - vai para o fim do arquivo. Detalhe: esse comando também atualiza o arquivo, de forma que, se o log for do tipo de aumenta fácil, pode-se ir pressionando “G” para ver as novas linhas geradas;
- “f” - monitora o fim do arquivo. Em termos simples, o “less” vira um “tail -f” (é como se pressionasse “G” toda hora). Para voltar ao modo navegável, basta pressionar “ctrl-c”;
- “v” - invoca o editor configurado na variável $EDITOR (normalmente o nano ou o VIM);
- “/<texto>” - procura “<texto>” a partir do início do arquivo;
- “?<texto>” - procura “<texto>” a partir do fim do arquivo;
- “n” - repete a última pesquisa. Se a pesquisa foi com o “/”, vai para a próxima ocorrência. Se foi com “?” vai para a ocorrência anterior;
- “N” - repete a última pesquisa, no sentido contrário. Se usou o “/”, vai para a ocorrência anterior;
- “<numero>” - vai para a linha número “<numero>”;
- “r” - recarrega a tela (útil quando algum processo em background polui o terminal);
- “R” - recarrega o arquivo (perfeito quando o log rotaciona);
- “q” - sai.
Jun 3
Tiradas interessantes no GCC Bug List
O bugzilla do GCC tem uma lista de quips muito interessante. Alguns exemplos que só usuários Linux e programadores C irão entender:
- rm: cannot remove /bin/laden: not found
- Feed the hungry, save the whales, free the mallocs!
- I have a dream… of a unified system for all builds, whether native, cross, Candian, cross-built native, or crossback…
- All IEEE floating point implementations are equal, but some are more equal than others.
- -malign-pants
- to_be || !to_be == 1, to_be | ~to_be == -1
- AI.cc:33241: warning: You wrote ‘neurons.merge(solution1, solution2)”, you probably MEANT “neurons->merge(solution1, solution2)” but there is MUCH better way to implement this whole function; doing that instead.
- #define CRASH() (*(char*)0) = 0
- /me does his cat-from-shrek2 look — stevenb, talking about a new register allocator for gcc
- When you say: “I wrote a program that crashed Windows”, people just stare at you blankly and say: “Hey, I got those with the system — for free.” (Linus Torvalds)
- sh: fortune: command not found
- To be, or not to be? That is ….. liable to be removed at -O2 and above.
- Humans are not the target of GCC. — David Daney
- This Quip has been sponsored by the -ffast-math supporter team
- When you open Windows, bugs get in.
- goto bed;
Tem uns fora da área bem interessantes também:
- Não acredito em reencarnação, mas acreditava na minha vida anterior
- As falhas só começam quando você para de tentar
- É um recurso, e não um bug
- Encontrei minha “criança interior” e pus o fedelho para adoção
- Eu não cometo erros estúpidos. Apenas erros muito, muito inteligentes
- Faça seu melhor - depois supere
Teste para vocação nerd - você encontra a pegadinha dessa?
- ?- X. % … 1,000,000 ………… 10,000,000 years later % % >> 42 << (last release gives the question)
Mai 29
Geografia paulista
Mais uma piada boa. Quem não é natural de São Paulo (capital) e já esteve em contato constante com um grupo de paulistas “típicos”, sabe bem como esse pessoal é ruim de geografia.
Recebi hoje a versão paulista do atlas. Para quem mora em uma das outras vinte e seis unidades federativas, não se assustem - é assim mesmo que boa parte do povo daqui pensa:
- Acre: é que nem a terra do nunca - só cheirando um pó estranho para chegar lá;
- Região norte e centro-oeste: só tem mato;
- Goiás: só dá dupla sertaneja;
- Região nordeste: meu favorito - conforme já me disseram, é “a grande Bahia”;
- Minas: só dá queijo;
- Espiríto Santo: só se for aquele que o padre fala na missa;
- Rio: a Argentina brasileira;
- Litoral: praticamente um estado à parte;
- Santa Catarina e Paraná: fábrica de “gostosas”;
- Rio Grande do Sul: fábrica de homosexuais.
Só para manter a justiça, lembro ao leitor que não são todos os paulistas que seguem esse estereótipo!
1 commentMai 28
“Desafio” do FBI
Aparentemente, todo ano, o FBI lança um desafio de criptoanálise. Nesse ano de 2009, a mensagem estava criptografada usando “runas antigas”. Dizem eles que a técnica é similar a utilizada por alguns marginais.
Como gosto de um desafio mental, anotei as “runas” em um pedaço de papel e comecei a matutar entre um “deploy” e outro. Acho que não teria levado meia hora para decifrar, se eu tivesse uma meia hora inteira para trabalhar nisso…
Não é nenhuma criptografia muito complexa - está na cara que é mais uma diversão do que algo sério (obviamente não é uma pré-prova para ingressar no FBI). Mesmo com o pouco que conheco de criptoanálise e meu inglês nota 8, foi consideravelmente fácil decifrar. Tenho até a sensação que eles colocaram um ou outro elemento para facilitar…
No commentsMai 27
Engenharia de software
Para quem gosta de engenharia de software como eu (principalmente se tiver o mesmo gosto sociopata sociológico pelo assunto), vai gostar de ler o blog Fragmental.
Muitos casos reais, contatos e comentados, relacionados à área. Desde a eterna (e normalmente fútil) busca pelos selos de qualidade até os “causos” das metodologias ágeis.
Boa leitura, vale a pena.
1 commentMai 22
Significado da palavra “anfitrião”
Mais uma recebida por e-mail, mandada pela minha amiga Nicole:
.-=-.
Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules. Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena e Hermes tomou a forma de seu escravo, sósia, para montar guarda no portão.
Um a grande confusão foi criada, pois evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa. No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do Deus. Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules. A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de ‘aquele que recebe em casa’.
Portanto, ANFITRIÃO é sinônimo de: ‘CORNO MANSO E FELIZ!’
CONCLUSÃO: CULTURA DEMAIS É UMA M****!
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