Blog do Eduardo Costa Meu blog pessoal

23Ago/113

Raciocínio de um físico

Enviada pelo meu amigo Nelson, papo real via Skype:

[14:47:23] Fisico 1: quanto tempo para 380 mls de agua atingirem 90ºC partindo de 22 no meu microondas da eletrolux?
[14:47:28] Fisico 1: vc que é físico
[14:47:42] Fisico 1: kkkkk
[14:47:43] Fisico 2: depende se é um copo alto ou uma tigela
[14:48:07] Fisico 1: caneca do poderoso chefao
[14:48:10] Fisico 2: e depende também do material do recipiente
[14:48:19] Fisico 1: com o dom corleone desenhado
[14:48:28] Fisico 1: ahhhh
[14:48:35] Fisico 1: tem um rosa vermelha na lapela
[14:50:23] Fisico 2: mas é o marlon brando ou o de niro?

23Jul/110

Encontro explosivo (Knight & Day)

Mais um filme com o título mal traduzido. Estou assistindo agora no Telecine, e vou falar: coisinha sem-sal. Tom Cruise tenta bancar o espião badass enquanto a Cameron Diaz faz o estereótipo de mulher inútil em filme de ação (daquelas que gritam toda hora). Filme para assistir quando você não tem absolutamente nada melhor para fazer.

Tem seus momentos bons, mas algumas coisas precisam de muito álcool para engolir. Uma das piores é uma tal de bateria Zéfiro. Feita em um fundo de quintal, tem "energia infinita", capaz de "alimentar cidades" - tamanho AA. Carl Sagan deve ter se revirado no túmulo. É um fato que 100g de matéria tem uns 9 terajoules de energia (ou aproximadamente 2 kilotons), mas seria ridícula a transmissão dessa energia em uma área tão pequena. Cabos de 2kA precisam de uma secão de 20cm²! Fora o fato que não existe energia infinita. Mesmo o Sol, que o filme disse ter "energia infinita", tem duração de alguns bilhões de anos (e 139 mil km de diâmetro para sustentar esse feito). Como se não bastasse, a bateria "esquenta" o filme inteiro. Algo com essa potência não iria esquentar aos poucos - qualquer chuveiro, com alguns poucos quilowatts estoura em instantes sem água. E, no fim do filme, a tal bateria explode. Era para gerar uma supernova se tivesse tanta potência assim quanto eles dizem.

Oh, well. Pelo menos vai passar "Os Mercenários" agora. 0% interpretação, 100% testosterona. Um pouco de violência irracional para fazer uma assepsia mental.

25Abr/110

Plugin Multilingual no WordPress

Depois de anos na blogosfera, consegui dar um jeito de publicar meus posts em mais de uma língua. Instalei um plugin no WordPress para fazer esse trabalho. Agora, posso publicar conteúdo mais global, sem "ferir" a língua pátria no meu blog.

28Mar/110

Apanhando on Rails (round 2)

Depois de apanhar do Ruby on Rails a alguns meses atrás, decidi tentar novamente para resolver uma necessidade de CRUD que eu tinha. Infelizmente, apanhei novamente. Nem precisei consultar a web para lembrar de como criar o scaffold (uma vez que o NetBeans o fez para mim), mas, infelizmente, sofri novamente integrando com minha base Derby. Depois de usar um comando secreto para evitar as tabelas no plural, por ser uma base legada, agora recebo um misterioso erro:

ActiveRecord::JDBCError: Schema 'SA' does not exist: SELECT * FROM "TB_ABCD"

Como meu prazo para essa funcionalidade era de cinco minutos (pois vou usá-la por só esse tempo), volta o Rails pra gaveta.

A parte interessante é que descobri que o Mac vem com um Ruby instalado. Parece a bolsa do gato Felix esse OSX.

27Mar/111

Homicídio triplamente qualificado

Hoje encontrei na internet um legítimo exemplo de um homicídio triplamente qualificado da nossa língua pátria. Não existem palavras para descrever tamanha atrocidade:

Sujeita escreveu "vôçe"!!

Seria uma nova regra gramatical? Minha cabeça dói só de pensar nisso. Para onde iremos nesse ritmo????

15Mar/110

Primeiro jogo na Apple Store

Finalmente consegui publicar meu primeiro jogo na Apple Store: CuteGod. Possui 10 níveis gratuitos, com um upgrade para incluir mais níveis e o Game Center por míseros 99 centavos de dólar. Espero que tenha uma boa aceitação de mercado.

1Fev/110

Say something Mac!

Ao tentar auxiliar minha esposa com a nossa pronúncia em inglês, recorrentemente eu utilizava dicionários online para ver a pronúncia de algumas palavras. Funcionou bem, até que a pronuncia de frases inteiras começaram a aparecer.

Lembrando que meu MacBook tem um sintetizador de voz, imaginei se não haveria um jeito dele gerar frases sintetizadas para mim (algo similar ao que a caixa de voz de Stephen Hawking faz).

Pesquisando um pouco, encontrei um utilitário de terminal chamado "say" que resolveu perfeitamente o problema. Basta abrir um terminal (Aplicativos > Utilitários > Terminal) e executar:

say -v [nome-voz] [frase]
say -v "Good News" The cake is a lie

O nome da voz basta consultar no Voice Utility, e a frase pode ser qualquer uma em inglês. A pronúncia é claramente gerada por computador, mas ajuda muito a confirmar a pronuncia das palavras mais comuns.