Blog do Eduardo Costa Meu blog pessoal

21Nov/110

Sweet Child of Mine

Na lista dos prodígios mirins, temos a pequena Zoe, de 7 anos, que sabe tocar Sweet Child o'Mine numa guitarra. Se não fosse pequenos deslizes de uma ou outra nota no filme inteiro (sim, ela toda a música completa), eu desacreditaria.

21Nov/110

This is my story

Encontrei um site deveras criativo. A música inspiradora gera um clima interessante, mas tecnologicamente também é um show - consegue embutir bem a foto nas cenas. Acho que se a foto fosse melhor, o resultado ficaria mais suavemente encaixado. Mas, fora o problema de usuário com preguiça de arrumar foto melhor, é algo impressionante.

Eis o link: http://www.this-is-my-story.com/v/7Y9E3WQDY649

7Nov/110

Mais uma do Lomadee

Estava eu vendo as opções de lojas que tem no Lomadee, quando encontrei a MegaTNT. Seria somente mais uma loja de eletrônicos e afins, mas descobri uma categoria chamada "bugingangas". Fiquei curioso e entrei. Encontrei algumas coisas bem nerds:

Tem mais umas coisas legais (que nem as camisas animadas), mas cansei de copiar e colar links... :)

7Nov/110

Último CD

Eu quis testar os "links lomadizados". Escolhi, então, um produto que deve agradar metade dos visitantes (doravante, lembrarei que quantidade não é diretamente proporcional a qualidade).

CD "De Pele, Alma e Coração" do cantor Eduardo Costa

Sim, SEO e SEM usados de uma forma que não corresponde a meu status quo. Clara e evidentemente não orgulho-me.

PS: Ainda para aumentar o ranking, poderia ser dito: "Eduardo Costa morreu?" ou "Acidente do Eduardo Costa" - funciona, acredite!
30Out/112

Onda de Preservação

Recebi esta aqui de meu amigo Flávio. É uma verdade tão "inconveniente" que eu poderia dedicar horas falando do porquê é verdade:

Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”

O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente. "

"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

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23Out/110

Comprando na Apple Store americana

Sim, após meses de muita luta, pesquisa, sangue, suor, lágrimas e filosofia, consegui criar uma conta na Apple Store americana e comprar algo que normalmente só está disponível para os americanos.

Sim, é possível viver um pouco mais longe da marginalidade da pirataria. Tecnicamente, ainda não é 100% válido pois não sou americano (deveria ser para fazer o que fiz), mas ninguém saiu prejudicado de qualquer forma nessa transação.

Vamos aos passos:

  1. Compre um Gift Card da Apple Store (no e-Bay, por exemplo);
  2. Consiga um endereço americano qualquer no Google;
  3. Crie um cadastro na Apple Store americana usando esse endereço, nenhum cartão de crédito (basta não preencher) e coloque o número do Gift Card no campo "Redeem a gift card".
  4. DIVIRTA-SE com sua conta "pré-paga"

É um caminho fácil, muita gente já o fez antes com variações. Meu mérito está apenas em descobrir que o campo "Redeem" torna o campo do cartão opcional. Daí, fica como uma conta pré-paga de celular.

Vamos aos fatos: filme do Thor lá está em US$19. No Brasil, está uns R$40. Opa, esqueci de dizer que esse valor, na Apple Store, é para a versão em HD! Um Bluray no Brasil nem quero ver o valor. Ou seja, fica bem mais acessível ver um material que preste!

Outra parte boa é que eu comprei um episódio da nova temporada de Fringe para testar (ainda nem saiu aqui!), veio em HD (uhu!) e ainda ganhei o SD de brinde! Posso ver no meu iPod Touch 2nd-gen (SD) e no meu iPad 2 (HD) sem problemas! Ou seja, o HD vale por dois!

A desvantagem é a "taxa simbólica" que os americanos cobram na hora de vender o Gift Card. Comprei um de US$10 (o menor deles) por US$13. Mas, espantosamente, ainda é mais vantagem que comprar o mesmo kit no Brasil. US$ 26 por um filme HD recém-lançado é uma pechincha! Além, claro, do fato que você tem, no máximo, legendas em inglês (Closed Caption, na verdade). Não é um problema para quem sabe inglês (ou para quem está diligentemente estudando).

Ah, lembrando que, tirando os aluguéis (sim, é possível alugar filmes em HD também, US$ 5 pelo Thor), todo o conteúdo é seu ad-eternum. A menos, claro, que você cometa alguma asneira, que nem compartilhar sua senha ou divulgar seu usuário!

21Out/111

Taking a Dump

Essa história é para morrer de rir. Espero sinceramente que não seja verdadeira, pois eu perderia o resto de fé que tenho na humanidade se isso realmente aconteceu:

Vince the PM burst into Rick's office like a blister. "Have you replied to ticket 178843 yet? No? Why not? How could you not! This is urgent! It's a failure at the customer site!"

Rick calmly checked the ticket manager. The ticket had arrived only 45 seconds ago, so no, he had not replied to the ticket yet. Rick calmly and silently read the ticket while Vince hyperventilated over his shoulder. The customer reported that the database client failed with the error "Segmentation Fault - Core Dumped".

"Someone probably screwed up a decimal point," Rick said. "It's always some little thing like that. I'll have them email me the core file so I can tell where the application crashed."

"We can't do that," Vince said.

"Sure we can," Rick said. In small words, he began to explain how adb and the symbol file would let him interpret the core dump, but Vince cut him off.

"Don't treat me like an idiot," Vince said. "I was reading cores before you were in diapers. But that core is a binary file."

There was a long gap in the conversation as Vince was sure his point was clear, and Rick was sure that Vince had no intention of actually making sense. With a huff, Vince warned, "We might get a virus from a binary file!"

Rick rolled his eyes and explained why this was an extremely unlikely possibility. For a half hour, each one of his attempts seemed only to make Vince dumber. "You cannot have them send us a binary file through email!"

"Fine," Rick said. "We can have them take a hex dump of the core file, and send that. I can convert it back and extract the data-"

"Data? We can't have them send us data!" Vince shrieked. He gave Rick a deep look of betrayal, as if to accuse Rick of wanting their network to get destroyed. "We could get-"

"-a virus?" Rick finished. "No, we won't."

Vince was having none of it. Rick, obviously, did not have the faintest idea how network security worked. "You really need to read more trade magazines," Vince said.

Rick focused instead on proposing new ideas. FTP? Virus. SFTP? HTTP Upload? Morse code? Virus. Overnight the file on a thumb drive? Too slow and still, virus.

"Look, we don't have time for all these foolish ideas," Vince said. "Just have them fax it to us. They can take that hex dump, print it out, and fax it to us. We'll use the interns to type it back in, and then you can load it up in the debugger, and then there's no way we could possibly catch a virus. Call the customer and tell them to do that."

The fact that Vince left the conversation with his skull still attached to his neck was either a testament to Rick's restraint or Vince's exceedingly high dodge bonus to armor class. Rick called the customer, and over the sound of his teeth grinding together, he explained the situation.

There was an extremely long pause at the other end of the line. Eventually the customer said, "You work for a group of morons."

"The customer is always right," Rick said, "but I'm still going to need you to fax that over."

They used enough paper to deforest a small South American country. The first few faxes didn't come across as fully legible. Then one of the interns dropped the stack of un-numbered pages. After getting the pages distributed the interns miskeyed a few characters. A careful page-by-page check found all of the mistakes, and Rick was finally able to use the debugger to analyze the core file. The problem was an unitialized variable.

Fonte: http://thedailywtf.com/Articles/Taking-a-Dump.aspx
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21Set/111

Felidae Erectus

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1Set/112

Uma imagem vale mais que mil palavras

(Foto devidamente editada para evitar falsificações ou usos indevidos do meu número Mensa - mas a minha carteira é original! :)
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30Jul/111

Moda Masculina para “Gordinhos”

Eu sou gordo. Não fico tentando disfarçar com diminutivos ou substitutos ("cheinho", "fofinho", etc). Meu IMC gira na casa dos 31, e isso nunca me incomodou. Até eu querer comprar algumas calças jeans. Camisas eu não tenho problema, pois também sou nerd e as lojas "especializadas" sempre tem uns EGs ou maiores. Mas calça jeans vai virar meu martírio. Preciso comprar algumas e, dando uma olhada na Internet para ver quais lojas tem meu número, cheguei a uma triste constatação.

Existem duas faixas de medidas na manufatura de calças: dos 30 e alguma coisa até os 48 (afinal, o mundo é dos magros), e do 56 em diante ("moda grande"). Reparem no "buraco" entre os 50 e os 54 (uso 50/52). Pensei que era paranóia minha até encontrar uma loja em Guarulhos que vende modelos 38/48, 50/54 e 56/60. Ou seja, sou gordo demais para o mundo dos magros e magro demais para o mundo dos gordos!

Finalmente entendi o porquê na dificuldade em achar calças. Se eu vou em "lojas normais", 50 em diante é para lojas de "gordinhos". Se vou na "moda grande", 54 abaixo é para "lojas normais". Presumo que uns 90% das lojas de roupas são femininas e 95% das masculinas são para os magros. Isso significa que somente meio porcento de lojas poderiam me atender, e nem elas tem meu número!

Se eu tivesse dinheiro, investiria nesse mercado! São raros os modelos de calças para essa numeração. Mercado aberto e com pouca concorrência!

PS: Se você tem dinheiro e vai investir, lembra de mandar algumas calças no meu número para mim como agradecimento pela idéia!

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