Comandos MIDI no GarageBand
Brincando com meu LPD8 (e cogitando comprar um teclado para acompanhar), senti a necessidade de usar os controles MIDI. Infelizmente, o GarageBand não é muito configurável, então, por tentativa-e-erro, somado ao conteúdo de um site, descobri os seguintes códigos para os CCs (Controller Commands):
- CC 1 - Modulation (Tracker Editor)
- CC 4 - Foot Control (Tracker Editor)
- CC 7 - Track Volume
- CC 10 - Track Pan
- CC 11 - Expression (Tracker Editor)
- CC 64 - Sustain On/Off (Tracker Editor)
Estranhamente, não encontrei o Pitchband (Tracker Editor). Existe um site que menciona outros, mas admito que não é dos mais fáceis de entender. A parte estranha é não ter uma documentação oficial da Apple sobre isso.
Um ano de AWS
Ontem, dia 27, completou um ano em que a máquina do meu blog está no ar. Um ano sem bater cabeça com administrador mal-remunerado que nem sabe configurar permissões de pasta. Até hoje, por culpa da Amazon, o servidor só ficou fora do ar UMA vez. E, surpreendentemente, foi em uma manutenção programada com dias de antecedência. Esse reboot foi a 18 dias (e o servidor não foi reiniciado desde então).
Mesmo sendo a máquina mais fuleira na Amazon, ainda tem um poder de fogo de dar inveja a muita das hospedagens que já usei até hoje. Mesmo precisando tomar cuidado com as tentativas de invasão, ainda me sinto mais seguro.
iTunes Store no Brasil
Estava eu com gripe, mal ficando em pé, filosofando se devo enfrentar novamente o ar condicionado do trabalho e me arriscar a piorar ainda mais ou se devia ficar em casa me recuperando com a sensação de culpa (sim, sou caxias). Ao abrir o Mail para remover o spam do dia e mandar um e-mail avisando de minha condição de saúde, deparei-me com uma mensagem da Apple com título curioso: "Apresentamos iTunes Store". Fiquei com uma sensação meio perdida. Ao abrir, entendi: iTunes Store, e não App Store!
Sim! Finalmente! Esse deve ter sido o preço que Steve Jobs estava pagando para entrar no céu: agora é possível comprar música e filmes no Brasil, sem a maluquice de compras estrangeiras! Aproveitei o iTunes sempre aberto (afinal, tenho 8GB de RAM) para conferir. Saí da minha conta americana, fui para a conta brazuca e... Tchan tchan tchan tchaaaan! Aparecem Roberto Carlos e outros em uma aba "Músicas", ao lado de uma aba "Filmes". Comecei a gritar feito uma menininha que ganhou um pônei de natal.
Fui para os filmes. Tropa de Elite 2! Em HD! Mais um grito de menininha. Tá bem, vamos ver o preço. R$ 50, que nem a versão em DVD? Não!! Versão HD por R$ 20! Sim, vintão! Que tal então alugar? QUATRO REAIS. Sim, QUATRO em HD. Gasto mais que isso com metrô por dia (e a TV de lá não é HD)! Quatro reais para ficar um dia assistindo (e você ainda tem 30 dias para começar a assistir). Minha experiência alugando filmes na loja americana confirmou que alugar é melhor que comprar (matemática básica: preciso ver mais de cinco vezes para compensar a compra). Some isso ao fato que vai demorar para eu assistir denovo.
Que tal uma novidade? Smurfs. Eu não assistiria, mas acabou de sair dos cinemas. R$ 50 que nem o DVD? Não! R$ 15 em SD. Dublado para a garotada. Que tal algo mais cult? Lunar por R$ 10. Parece até que simplesmente traduziram US$ por R$, pois os valores são parecidos com os americanos.
Música. Quase esqueci. Seu Jorge em "Músicas para Churrasco": R$ 9 (ou R$ 1 por música). Evanescence em "Fallen", por R$ 6! Preço de camelô! Lançamento "Born This Way" da Lady Gaga por R$ 11 (cada música custa R$ 1). Eu já fui desses que baixava discografia inteira, e aprendi uma coisa: melhor gastar R$ 20 escolhendo vinte músicas boas do que R$ 300 num MP3 que agüente N gigabytes de músicas que nunca vou ouvir. Consegui colocar todas as músicas que comprei minha vida toda (e só comprei as que tinha certeza que ia escutar regularmente) em um iPod Shuffle de 2GB. Nunca consegui esse feito com meus MP3 xing-ling com 32GB e músicas piratas. Agora, nem preciso mais de contas em Londres, Argentina ou EUA. Adeus ilegalidade da pirataria.
Claro que nem tudo são flores. O sistema obviamente está começando, então tem muito filme só em SD, somente dublados, sem aluguel, etc. Considerando os valores, seria uma sacanagem reclamar deles agora.
EDIT: Descobri que aluguel de filmes agora são de 48 horas, no lugar de 24. Mereceu mais um grito "ponástico".
MacBook com 8GB de memória
Eu sempre achei meu MacBook consideravelmente poderoso. Mesmo sendo um dual core, ele é incrivelmente rápido. O único defeito é a memória: 1.5GB (512MB para a placa de vídeo). Para quem usa o Mail e o Safari, é o suficiente. Para quem é como eu e usa NetBeans, Tomcat, Glassfish, XCode, iTunes, Pixelmator, GarageBand e mais outros, não dá. Eu precisava fechar um para abrir o outro. Agora parece um computador para um developer:
Comprei um kit com dois módulos de 4GB da Crucial. Antes, pesquisei um pouco, claro. Essa marca é a "oficial" da Apple. Fiz o pedido direto com o fabricante. Sairia por míseros US$ 75, só que me ferrei no envio, pois a UPS (não confundir com USPS) fez tudo legalmente correto. O que significa que paguei imposto de importação e ICMS (circulação de mercadoria, baby). A facada ficou maior que o preço original. Até maior que o preço aqui no Brasil. Pelo menos, tenho o consolo de ser original, e não algum pirata. Quem não conhece alguém que comprou um Pen Drive Kingston de trocentos GB e descobriu que era um clone com 2GB?
Vantagens de ser nerd
Uma das vantagens de ser Nerd (com "N" maiúsculo e negrito), é ver isso aqui na documentação de uma lib e poder rir até chorar:
sdb.createDomain('domain',function(err,res,meta){
if( !err ) {
console.log('Mul-ti-pass!')
}
}Dica: precisa ter visto (e gostado) de um certo filme para entender.
Tentativa Lusitana de Invasão
Todo mundo conhece alguma piada de português. Ainda não sei como não foram classificadas como "discriminatórias", e nem sei ao certo sua origem. Hoje, entretanto, enfrentei um caso que serve como reforço ao estereótipo.
Não é um segredo que meu blog está em uma das máquinas mais fuleiras da Amazon. Vez ou outra é normal receber um "alarme" de CPU, principalmente quando o Bing ou o Google decide fazer uma indexação completa. Hoje, recebi o alarme da Amazon, mas, por estar no trabalho, decidi deixar a coisa "se resolver" sozinha. Mas não foi o caso - continuou alarmado por mais algum tempo.
Fui obrigado a "dar meus pulos" e entrar no servidor na hora do almoço. Vendo os logs do apache, descobri que algum script-kiddie estava tentando entrar no admin por força-bruta. Já vou avisando aos outros kiddies que meu usuário não é óbvio, e minha senha menos ainda (quase uma frase de tão grande). Seria normal se não fosse algo cômico: o animal que está usando o script não trata os status codes do HTTP. Ou seja, se ele nem tentou manualmente acessar a URL para ver se existe! Chamá-lo de "animal" é sacanagem com os animais...
Adicionei uma regrinha básica no iptables para fazer um drop básico, e, surpresa: o host dele é "web01.fmh.utl.pt". Purtuguês de Purtugal. E, o sujeito é tão predicado que, enquanto escrevi este post, ele fez umas 350 tentativas (todas devidamente "dropadas" pelo iptables). Até os "hackers" de hoje em dia não prestam como o de antigamente...
Mac OSX Lion
Finalmente saiu! E, claro, já atualizei. Usuários Windows não tem noção do que é simplesmente pagar míseros US$ 30 (R$ 48) para atualizar o sistema operacional. Imagina pagar R$ 45 pelo Windows 7? Quem dera, né? E sem precisar comprar um DVD! Basta ir na App Store e comprar o Lion como se fosse qualquer outro aplicativo! 3.6 GB depois, a instalação é, literalmente, "Aceito o Termo", "Next", "Restart". Queria ver atualizar um Linux assim tão fácil. Quando faço um upgrade no Fedora, é seguir algumas instruções obscuras e rezar para não dar problema (sempre tem um monte de arquivos no /etc que preciso corrigir manualmente).
Enquanto baixava, fiquei lendo os comentários de quem já atualizou. Maioria absoluta de elogios, mas, como sempre, algumas críticas. Acho engraçado como um ou outro software dá pau e o cidadão dá nota mínima. Ninguém faz isso quando o novo Windows joga metade dos softwares atuais no lixo! Quem manda a Adobe não testar o CS no Lion? Betas tiveram aos montes para isso!
Meia hora de instalação depois (devo acrescentar que foi muito mais rápido que qualquer outro mega-upgrade desses que já fiz em máquinas Linux e Windows - mesmo com meu Macbook não sendo top de linha), a qual passei a maior parte do tempo jogando Need for Speed no meu iPad 2 (prometo um review WID), aparece um mini help e algumas muitas novidades.
Apesar do sentimento de "estar em casa", muita mudança surgiu no Lion. Boa parte veio do iOS. Já vi gente reclamando que o Mac OS não deve ser um iPad com teclado, mas discordo. Ter uma interface unificada é sensacional. Usar o pinch de quatro dedos para a lista de aplicações, independente de qual dispositivo uso é ótimo. Parece que tenho um dispositivo só, seja no meu MacBook, no meu iPod Touch ou no meu iPad 2. Aliás, escrevendo o post, descobri que posso usar os quatro dedos sem o polegar, apenas fechando-os - mais ortopédico que tentar com três e o polegar. E o mesmo truque funciona no iPad.
Ainda preciso me acostumar com o scroll, que foi invertido, mas é mero costume. O truque é perceber que o scroll simula um touchscreen, e não um "clica e arrasta" no scrollbar. E, falando na barra de scroll, ela só aparece quando necessária, ficando quase sempre oculta.
Clique com dois dedos ativa o menu de contexto (ou o "botão direito", em termos "Windows"). Arrastar dois dedos faz scroll ou o "page swipe". No Safari, também faz o "back" e "forward" ("on steroids" - pois tem uma animação muito legal). "Double-tap" e "pinch" de dois dedos faz zoom (absurdamente "smoothly" no Safari).
Drag de três dedos faz o "clica e arrasta". Parece bobagem, mas não preciso tencionar meu indicador com o click-n-drag da seleção "clássica". Mais uma ajuda para não ter LER. Ainda mais com um pequeno tempo para estender a seleção. Ou seja, se a seleção extrapola a área do touch, tenho alguns milisegundos para tirar os dedos do touch, ir para outra área, baixar os dedos e continuar a seleção. "Double tap" de três dedos faz a procura de dicionário, sinônimos e Wikipedia. Sensacional.
Com quatro dedos tem vários gestos. Arrastar para cima mostra o Mission Control (antigo Exposé). Para baixo, mostra as janelas ativas. Para os lados, troca entre aplicações fullscreen - até o Safari fica em tela cheia - mas, sair do jogo sem "Alt-Tab" depende de suporte de cada aplicativo. É melhor que o "tela cheia" do Firefox, que cobre tudo e detona o sistema de janelas. O Dashboard virou uma aplicação fullscreen agora, então não preciso do "F4" para ativar. "Pinch in" mostra a lista de aplicações iOS-like. "Pinch out" mostra a área de trabalho.
E, por fim, as caixas de texto tem autocorreção e sugestões, igual ao iOS (senti falta disso). "Post" virou "posto" duas vezes enquanto eu escrevia.
Nem tudo são flores: senti falta de algum protetor de tela novo...
iPad 2 – Primeiras (e segundas) opiniões
Já estou com meu iPad 2 a algumas semanas e estou me divertindo muito. Se eu fosse um usuário simples de Internet, nem precisaria mais de um computador normal. Infelizmente, nem todos os sistemas para iOS estão devidamente adaptados para o iPad, mas alguns estão e são muito legais. O do BuscaPé, por exemplo, fica mais detalhado. Os que não estão adaptados ficam em uma mini tela que ocupa apenas metade da área disponível. O iPad consegue dar um "zoom", mas nem de longe fica realmente bom.
Para apagar meu spam diário, jogar no OGame e outras baboseiras, o iPad está muito legal. Fora a integração incrível entre o iPad, meu iPod Touch e meu MacBook. Todos os dados estão perfeitamente sincronizados. Mal posso esperar pelo iOS 5, que vai fazer a sincronia via Wi-Fi.
Spam, spam, spam
Agora que meus domínios estão sob minha total responsabilidade, estou vendo que hospedagem precisa ser um trabalho sério. Desde tentativas de invasão via SSH, até esses malditos spams. Admito que muita coisa já "blindei" o suficiente - o firewall da Amazon faz a maior parte do trabalho. Entretanto, a praga apelidada de spam é pior de combater do que a varíola dois séculos atrás.
Sem exagerar, recebo uns 400 por dia no meu domínio. Consegui barrar uns 350 só com filtragem básica:
- Contas que não existem - dpessoal@tpk recebeu 41 mensagens, enquanto a bizarra conta 3a8989b2.7d12c450@tpk recebeu 34! Fora outras dezenas de contas que não existem, que nem diretoria, financeiro, rh, etc.
- Tentativas de relay - 81
- Filtragem por palavras-chave - Listei alguns remédios clássicos (Viagra, Cialis, Levitra, Hydrocodone, Xanax, Vicodin, etc), além de "FDA approved", "get your reffils", e outros. Total de 186 mensagens por dia!
- Servidores mal-configurados - aqui caem alguns falsos positivos, mas não ligo. Já perdi proposta de empregos no início do ano, quando precisei, mas acho que, se a empresa não sabe configurar corretamente seu envio de e-mails, o resto então deve ser muito bagunçado. Em resumo: 30 mensagens nessa categoria.
- Soma mais umas 8 na lista de bots com defeito e uns 60 que passaram pelo filtro.
Nem preciso lembrar que recebo mais spams que visitas por dia! Imagine o dia que eu for famoso e tiver um fluxo maior de visitas!
Isso é o resultado desse sistema tão mal-feito que chamamos de e-mail. Ele era sensacional para mensageria interna a décadas atrás, mas, hoje, o custo praticamente inexistente para enviar lotes expressivos de e-mail fez a mala-direta virar uma praga. É como um câncer maligno com esteroides em um ser imortal (afinal, a mala-direta não morre, tem o baixo investimento como reforço e ainda está alojada nessa imortal Internet) - já assistiram aquela cena grotesca do anime Akira?
Estou pensando em pegar meu projeto de faculdade (uma abordagem diferente de classificação de mensagens eletrônicas) e aplicar "na prática" em meu servidor. Minha dúvida é se terei tempo e se encontrarei minha monografia e meu sistema de teste nos meus alfarrábios pré-SVN/HG...
Mac OSX Lion e iOS 5
A Apple já anunciou no site dela que o iOS 5 e o MacOSX Lion vem aí. Na boa, quando a Microsoft lança um novo Windows ou a n-ésima versão de uma das bilhões de distribuições Linux fica disponível, ler o release notes deles geralmente é um trabalho de garimpagem: "não uso, não uso, não uso, não gostei dessa, uh, talvez eu use essa..."
Sinceramente, migrar do Windows XP para o 7 foi uma experiência do tipo: "ah, legal". Muita animação nova, finalmente o botão iniciar sumiu, mas a novidade acabou por aí. O Ubuntu, não usava há anos (desde o GNOME 2.18) e, ao voltar a usar no BuscaPé (com o GNOME dois ponto vinte-e-tantos) bateu a sensação: "putz, nada mudou". Até os "efeitos" do Compix continuam os mesmos.
Mas, para quem tem um Mac (e um iPod, com planos de comprar um outro iOutraCoisa em breve), ver o release notes é um verdadeiro deleite. Ainda estou babando. Primeiro, que a produção é incrível. Nem falo sobre o discurso do Steve Jobs (que tem uma hora no total - mais que minha paciência agüenta), falo sobre os vídeos que estão no release do iOS 5 e do Lion.
Os vídeos tem uma música suave ao fundo, e os "cabeças" da Apple comentam sobre as novas features. Não é nada do tipo: "olha, está mais animado". São features que me fazem ficar louco para comprar a atualização. O gestor de aplicações do Mac vai ficar igual ao iOS. Tudo o que eu queria! Meu iPod vai sincronizar com meu Mac via WiFi. Perfeito! (Meu cabo de dados quase foi para o brejo por mau uso) Meu futuro iOutro vai sincronizar automaticamente com meu iPod. Uau! O iPad 2 com AirPlay vai tocar na TV tudo o que aparece na tela do iPad, inclusive jogos! Baba, baba, baba.
Fora o fato que todas as novas features são integradas. Por exemplo, suporte ao Twitter vai ser nativo agora no iOS. Significa que TUDO no iOS vai ser "twitável". Não é só questão de mandar tweets em um aplicativo. Mail, Safari, Photo, YouTube, tudo vai poder virar um tweet, sem precisar de plugins. O mesmo vale para o "zoom" no Lion. Vai ser "smoothly" (como tentaria dizer o Nelson). Todas as iApps vão ter fullscreen no novo OSX - desde o iPhoto até o Mail.
Claro que tem as features que dá vergonha de falar. O aplicativo de lembretes (uma espécie de "To-Do List") é algo que demorou para surgir. Entretanto, já bate aquela sensação de: "Uau! Finalmente!" E, claro, tudo está integrado. Todos os itens desse novo aplicativo vão estar sincronizados com o iCal (no Mac OSX), etc etc.
Outro que vai me obrigar a comprar um iPhone é o sistema de notificações. Já acho muito legal o atual, mas eles vão dar um enorme boost. Agora vai ter uma tela com a lista de notificações que vai poder ser carregada a qualquer momento, com um gesto. Ligações perdidas, e-mails, tweets, chats (outra aplicação nova) - tudo nessa tela. Fora também as notificações atuais de aplicativos de terceiros (Facebook, XComix, LinkedIn, FarmVille, etc) - que não estão na propaganda.
Ah, e a tela de locking também vai ser turbinada: vai ser possível ver e entrar nas notificações direto, com o dispositivo travado. O mesmo vale para tirar fotos! Nada mais de pegar o dispositivo, destravar, procurar o aplicativo, mirar e... Perder a foto. É o que acontece com meu celular (não-iPhone) hoje. Não uso a câmera por demorar demais para conseguir tirar uma foto. Ou seja, agora eu quero um iPhone!
Essa sensação de me apaixonar com as features que eu não consigo com Windows, Linux, Android, Symbian, etc. Por mais legal que sejam, não conseguem me fazer babar e ficar louco de vontade pela nova versão. Muito menos me convencem a comprar um hardware novo para suportar! Eu pensava em comprar um iPad 1 para testar meus softs-to-be em um hardware low-end, mas, com esse release, já bateu a vontade de comprar um iPad 2 para aproveitar melhor as novas features!