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22Mar/121

A dificuldade de viver na legalidade

Agora que sou um cara trabalhador, e que sofro para conseguir terminar qualquer projeto pessoal que me renda algum extra, julgo muito importante viver na legalidade. Isso envolve não consumir nenhum tipo de material pirata. Jogos, filmes, tudo. Eu reaprendi a ter o mesmo amor de um jogo comprado que eu tinha na época em que meu amado pai comprava meus cartuchos de video-game. Afinal, sei o trabalho que foi para os autores desenvolverem suas respectivas obras.

No Steam, compro sem problemas. Achei também um tal de GameTree com alguns jogos Mac bons também. Para iPad, eu tinha minha conta na Argentina - afinal, o Brasil tem que complicar e não aceita classificações estrangeiras, o que impossibilita a Apple de vender jogos aqui.

Eis que hoje descubro que meu cartão não é mais aceito na terra do Maradona. Tal qual acontece no EUA e outros países evoluídos, o cartão precisa ser nacional. Tudo bem, correto. Deve ser para prevenir fraudes e outros absurdos. Não obstante, lascou minha vida. Mais uma porta na cara de quem faz o possível para viver na legalidade. Sorte minha que no Uruguai ainda funciona: bastou mover a conta para lá e continuar feliz.

Estou vendo a hora em que só comprando gift cards do iTunes com simbólicas taxas de 10% (multiplique com o câmbio do dia). Dói... Resumo da ópera? O ditado "crime não compensa" está caindo em desuso.

Comentários (1) Trackbacks (0)
  1. O Brasil deve ser o único país no mundo que é mais fácil viver na pirataria que na legalidade. Me da mais trabalho comprar um jogo legalmente no iTunes com gift card que fazer o jail break. Que país doido!


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