Out 21

‘Menino do balão’ vira jogo Flash

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Demorou até algum desocupado fazer um jogo do “garoto do balão”… Criativo, mas acho estranho ele atirar estrelas. Claro que também precisamos desconsiderar os bugs bizarros: se atirar uma segunda vez, o primeiro tiro é “cancelado”. Nem precisa dizer que não consigo esperar o tiro sair da tela para atirar novamente. A jogabilidade também é tosca: precisa de uns dois tiros para explodir os pássaros (sim, explodir). Não aguentei um minuto nessa coisa.

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Out 16

Piada das estátuas nuas

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Mais uma piada, para alegrar o fim-de-semana:

Num jardim encontravam-se há muito tempo duas estátuas, de frente uma para a outra. Uma feminina, outra masculina, ambas nuas. Um dia apareceu um anjo que lhes disse:

“Como vocês têm sido duas estátuas exemplares, trazendo tanta beleza a quem olha para vocês, vou conceder 30 minutos de vida para que vocês possam, durante esse tempo, fazer o que quiserem”.

Assim que o anjo se calou, as estátuas ganharam vida. Olharam uma para a outra, sorriram e correram para trás de uns arbustos. O anjo sorriu ao ouvir os seus risinhos, enquanto se ouvia o barulho dos arbustos e das folhas.

Quinze minutos depois as duas estátuas saíram de trás dos arbustos com um ar de grande satisfação. O anjo ficou meio confuso e perguntou-lhes:

“Mas ainda restam 15 minutos! Não querem aproveitar esse tempo?”

A estátua masculina olhou para a sua companheira e perguntou:

“Quer repetir?”

Sorrindo, a estátua feminina respondeu:

“Claro! Mas desta vez é você quem segura o pombo e eu cago na cabeça dele.”

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Out 7

Momento besteirol da semana

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Algumas tiradas filosóficas:

  • “Errar é humano, persistir no erro é americano, e acertar no alvo é muçulmano.”
  • “Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa.”
  • “Devo tanto que, se eu chamar alguém de meu bem, o banco toma!”
  • “Na vida tudo é relativo. Um fio de cabelo na cabeça é pouco; na sopa, é muito!
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Out 5

Dicas para comprar um carro usado

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E eis que estou no segundo carro “usado” que já passou pelo meu nome. É muito satisfatória a sensação de poder comprar um veículo, mas, para que não acabe o encanto, publico algumas dicas que aprendi (muitas da forma mais difícil):

  • Leve um mecânico de confiança para avaliar o carro antes de comprar, mesmo que você saiba tudo de mecânica (na pior das hipóteses, considere como “uma segunda opinião”). É impressionante a quantidade de bobagens que já podem aparecer: suspenção, filtros, correias, freios, pneus, calotas, pintura, pontos de ferrugem, etc. Mesmo que seja de parente confiável! Muitas vezes o desleixo de outros te pega de surpresa;
  • Tente levantar quais sinistros já aconteceram com o carro. Vale tudo: desde batidas até troca de motor;
  • Verifique as peças que não são originais - quanto mais novo o carro, mais importante. As mecânicas autorizadas são criteriosas e não trabalham com peças paralelas. Se o carro tiver menos de 50 mil quilômetros e as peças não tem o logo da montadora, desconfie!
  • Pesquise tudo sobre o modelo! Verifique se alguém já teve problemas ele (inclusive de falta de peças, excesso de roubos, etc). Por exemplo: meu Logus era ruim com peças, pois algumas eram Ford, e outras, Volkswagen (bendita Autolatina). Era impressionante as falhas dos mecânicos: um até disse que o carro não tinha filtro de combustível!
  • Não se apaixone por um modelo específico. Carro não é como celular, que você pode encontrar fácil o modelo desejado (ou trocar rápido se não gostar) - ainda mais um que seja menos comum. Se você se prender a só um modelo, pode acabar com um carro problemático. Recomendo limitar-se a requisitos bem amplos - ex: “sedan”, “porta-malas com mais de X litros”, “quatro portas”, “consumo menor que X”, etc.
  • Faça test-drives. Qualquer menor sinal óbvio de problema significa que o carro te dará dor-de-cabeça. Se a porta já não fecha ou o câmbio é muito duro, imagina depois de algumas viagens e muitos quilômetros!
  • Ao juntar dinheiro ou financiar, considere uns 20 a 30% do valor do carro para consertos. Não é exagero! Algumas coisas que você PRECISA trocar junto com o carro: correias, freios, velas, bicos, filtros, etc. Aos leigos, explico. A correia, se você não trocar, fica numa roleta-russa, pois, ao estourar, leva junto o motor. Freios nem preciso descrever. “Velas velhas”, bico sujo e afins diminuem a performance do motor e aumentam o consumo de combustível - economize trocando.
  • Lembre-se também dos benditos impostos! IPVA é o mais brutal: custa 4% do valor do veículo. Assim, se for um popular de uns 20 mil, você precisará reserver uns 800 reais todo ano. Se for um suado Fusion em (nada) suaves prestações, o valor sobe para uns três mil!
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Out 5

Mudando o usuário “admin” do Wordpress

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Você acabou de instalar seu Wordpress (ou Wordpress MU) e, corretamente, quer mudar o usuário “admin” (se não quer mudar, recomendo querer - os bots sempre começam uma invasão tentando com esse usuário). Existem duas formas de fazer isso: a fácil, a não-tão-fácil e a pegadinha.

A forma fácil é criar um novo administrador logo após instalar o WP/WPMU.

A forma não-tão-fácil é criar um novo usuário e apagar o antigo. Por mais suicida que aparente, funciona, pois o WP pergunta se você quer que os posts migrem para um outro usuário na hora de excluir o primeiro.

A forma pegadinha foi a que fiz por aparentar ser mais simples no início. Basta entrar em um phpMyAdmin ou similar e alterar na “wp_users” o user_login do usuário admin. Funciona bem, exceto pelo fato que não é a única tabela a alterar no WPMU. Altere também a wp_site_meta o registro cujo “meta_key” for “site_admins”. Não sei que estrutura é essa no “meta_value” (talvez alguma coisa pseudo-OO), mas o importante é alterar o ’s:5:”admin”‘ para o seu usuário. Note o número, que representa o tamanho no login. Ou seja, se alterar para “johndoe”, o valor final fica ’s:7:”johndoe”‘.

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Jul 31

Dashboards ao resgate!

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Agora que o CEO/VP/diretor/etc deseja saber como está a empresa, ele necessitará filtrar, condensar e agrupar todos os dados e informações disponíveis para auxiliar nas tomadas de decisão (ou para satisfazer a sede de dados dos acionistas).

Uma técnica muito comum atualmente é criar um dashboard. Em termos simples, funciona como o painel de instrumentos de um carro: um conjunto agrupado de instrumentos que informam o estado atual da máquina (seja seu automóvel ou sua empresa).

Ao fazer um benchmarking, encontrei um tutorial muito interessante sobre como “planejar” um dashboard. Embora o foco seja para uma ferramenta específica, o processo ilustrado é genérico suficiente:

  1. Escolher os dados que serão visualizados;
  2. Escolher o layout;
  3. “Implementar” a busca dos dados;
  4. “Implementar” o layout;
  5. Unir dados e layout;
  6. Planejar a interatividade;
  7. Escolher os dados interativos;
  8. Implementar a interatividade;
  9. Enjoy the result

Leitura interessante também encontra-se no Dashboard Spy. Embora tenha muitos posts sobre “variedades”, pode-se extrair informações úteis em boa parte do material deles. Encontrei, por exemplo, o tutorial do anychart mencionado acima e o blog do autor do livro Web Analytics.

Em um post, Avinash, o autor do livro - e do blog, fala sobre dashboards poluídos, cuja única serventia é mostrar que o desenvolvedor (normalmente um consultor) é mestre “nono dan” da arte dos gráficos em Excel. Afinal, para que um dashboard se o usuário não pode extrair facilmente algo útil?

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Jul 22

Momento viagem da semana

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Lendo um fórum jurídico, para me informar sobre um certo problema no meu condomínio, encontrei uma frase que só advogado para entender:

“Quanto à resilição contratual imotivada, aceito a tese da pressão obreira para a solução do pacto.”

Depois de horas de Google, só entendi que ele falava algo sobre demissão sem justa causa… Alguém tem um dicionário jurisdiquês-português?

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Jul 21

Importante fonte de saber

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Para quem é nerd, eis um link obrigatório em qualquer bookmark:

http://www.mariowiki.com/Main_Page

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Jun 30

NetBeans 6.7

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Dia 28/06 (anteontem) saiu o NetBeans 6.7. Para mim, não é novidade, pois já o uso desde antes da versão beta. Para quem estava no 6.5, eis algumas novidades que testei:

  • A integração com o maven melhorou muito - desde o autocompletar até o novo grafo de dependências;
  • O profiler tem um HeapWalker, para pesquisar o heap usando OQL - para quem faz tunning de memória, uma ferramenta indispensável;
  • Integração com o hudson. Além de gerenciar o servidor, um ícone na barra de status mostra a situação dos builds - perfeito para quem gerencia CI!

O resto das novidades está no release do NB.

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Jun 5

Usando o “less” para navegar em logs

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Se você precisa monitorar alguma aplicação linux que gere logs rotativos, o jeito mais prático e flexível é usando o less. Basta chamar “less <nomearq>” e pronto. Por ser uma ferramenta de visualização (e não de edição), a navegação dele é mais prática que a do VIM em alguns aspectos - o principal é que quase tudo é feito com uma tecla só. Por exemplo, algumas teclas de atalho:

  • “g” - vai para o início do arquivo;
  • “G” - vai para o fim do arquivo. Detalhe: esse comando também atualiza o arquivo, de forma que, se o log for do tipo de aumenta fácil, pode-se ir pressionando “G” para ver as novas linhas geradas;
  • “f” - monitora o fim do arquivo. Em termos simples, o “less” vira um “tail -f” (é como se pressionasse “G” toda hora). Para voltar ao modo navegável, basta pressionar “ctrl-c”;
  • “v” - invoca o editor configurado na variável $EDITOR (normalmente o nano ou o VIM);
  • “/<texto>” - procura “<texto>” a partir do início do arquivo;
  • “?<texto>” - procura “<texto>” a partir do fim do arquivo;
  • “n” - repete a última pesquisa. Se a pesquisa foi com o “/”, vai para a próxima ocorrência. Se foi com “?” vai para a ocorrência anterior;
  • “N” - repete a última pesquisa, no sentido contrário. Se usou o “/”, vai para a ocorrência anterior;
  • “<numero>” - vai para a linha número “<numero>”;
  • “r” - recarrega a tela (útil quando algum processo em background polui o terminal);
  • “R” - recarrega o arquivo (perfeito quando o log rotaciona);
  • “q” - sai.
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